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TAAG vai aumentar frota e prevê lucros de USD 2.3 mil milhões Featured

TAAG vai aumentar frota e prevê lucros de USD 2.3 mil milhões

O governo angolano aprovou na quinta-feira, um plano de expansão da companhia aérea angolana (TAAG), que prevê um aumento da frota de aviões de grande porte e receitas à volta de USD 2.3 mil milhões, a partir de 2019.

A empresa deverá adquirir mais 10 aeronaves, sendo oito boeings 777-300 e duas 777-700.
O anúncio foi feito pelo ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás,no final de uma reunião conjunta das comissões Económica e para a Economia Real do Conselho de Ministros, presidida pelo Presidente José Eduardo dos santos, na quinta-feira, 3 de Setembro.
Augusto da Silva Tomás acredita que o plano de desenvolvimento e estratégico da TAAG, em implementação com a Emirates é bastante ambicioso, e traduz uma nova era para a companhia aérea nacional e também para a aviação civil.
Informou que está ainda previsto o reforço da frota e dos destinos a nível de África e intercontinental, melhoria dos serviços a prestar aos passageiros, a formação de técnicos e gestores.
Espera-se que em 2019, em resultado da parceria, a companhia tenha uma capacidade de transporte de 3.3 milhões de passageiros por ano, haja uma considerável redução do custos operacionais, e abertura de novos destinos em África e no mundo, tais como os voos para Houston (EUA), Paris (França) e Londres (Inglaterra).
O ministro dos Transportes adiantou que se pretende também potencializar a companhia, mediante a formação de gestores e técnicos angolanos, entre os quais 207 pilotos, utilizando a academia da Emirates, no Dubai.
Segundo Augusto Tomás, o objectivo é o de trazer uma gestão de nível internacional, alinhada ao melhor que existe a nível de aviação, considerando o ano de 2019 como o da viragem no domínio da aviação angolana.
Informou que está igualmente em curso o programa de gestão e controlo aéreo que visa a maximização do controlo da via oceânica e da via Atlântica de modo a garantir o pleno controlo das vias aéreas e marítimas.
Fonte: Angop

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