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Angola sobe duas posições na atribuição do Investimento Directo Estrangeiro

Angola sobe duas posições na atribuição do Investimento Directo Estrangeiro

O mercado angolano foi o segundo maior destinatário africano de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) no ano de 2014, tendo recebido 16 mil milhões de dólares, noticiou o jornal “Financial Times”.

De acordo com um estudo da consultora Ernst & Young sobre a atractividade empresarial, esta posição actual de Angola representa uma melhoria de dois lugares em relação ao ano anterior. O documento atribui este desempenho aos investimentos em curso ao nível de infra-estruturas, nomeadamente portos e aeroportos, bem como à criação do fundo de investimento soberano e ao anunciado lançamento da Bolsa em Luanda.
O ranking do IDE relativo a 2014 é liderado pelo Egipto, ao qual foram atribuídos 18 mil milhões de dólares. Segue-se Angola, com 16 mil milhões de dólares, a Nigéria, com 11 mil milhões de dólares, Moçambique, com nove mil milhões de dólares, e Marrocos, com cinco mil milhões de dólares.
O jornal britânico, que cita o fDi Intelligence, revela que África foi a região do mundo que mais cresceu a nível de Investimento Directo Estrangeiro. O número de projectos na região aumentou 6 %, enquanto as verbas cresceram 65 %, para cerca de 87 mil milhões de dólares.
Segundo os dados do estudo, o Investimento Directo Estrangeiro cresceu de forma equilibrada entre as duas metades do continente, assistindo-se à duplicação dos investimentos de capital no Norte de África e o crescimento de 42 para 61 mil milhões de dólares nos investimentos da África Subsaariana.
O estudo citado pelo “Financial Times” conclui ainda que as economias que registaram um forte crescimento no ano passado receberam igualmente um aumento de Investimento Directo Estrangeiro em volume.
Quanto a Angola, o Executivo procedeu à revisão da legislação que regula o investimento privado, de forma a tornar o processo de repatriamento de capitais, lucros e dividendos das empresas internacionais mais expedito. A nova Lei de Investimento Privado, já aprovada pela Assembleia Nacional, coloca o turismo, as telecomunicações e tecnologias de informação, a logística e transportes, a energia e águas, assim como a construção, como sectores prioritários.
Fonte: Portal de Angola

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