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Morreu o jornalista e historiador Basil Davidson

Por VNN Staff /
Publicado Saturday, July 10, 2010

O jornalista e historiador britânico Basil Davidson, 95 anos, morreu na sexta-feira. Ele foi um grande activista da justiça e da liberdade para os povos oprimidos do mundo, mas principalmente de África, tendo divulgado a luta contra o colonialismo que se travava em África, principalmente na Guiné-Bissau, Angola e Moçambique.

Como jornalista, trabalhou no Economist e no matutino londrino “The Times”. Foi a partir dos anos 1950 que se tornou num destacável historiador africanista, quando começou a publicar trabalhos como “África na História”, “Mãe Negra”, “A Descoberta da Velha África”, entre vários outros.

Nascido em Bristol, Davidson deixou a escola aos 16 anos, determinado a se tornar um escritor. O seu primeiro emprego foi colador de propagandas de bananas em vitrinas, no norte da Inglaterra. Depois, mudou-se para Londres, onde se abriu para ele as portas para a carreira de jornalismo, trabalhando para a Economist e mais tarde como o correspondente diplomático do “The Star”, um jornal vespertino de Londres (extinto).

Davidson viajou muito pelo mundo, como soldado, jornalista e historiador. Na África do Sul, conheceu vários activistas, incluindo Nelson Mandela, Oliver Tambo e outros líderes do Congresso Nacional Africano.

Entre 1969 a 1985, foi vice-presidente do Movimento Anti-Apartheid na Grã-Bretanha, escreveu um livro sobre os crimes do apartheid o que lhe valeu o lugar de destaque na “lista negra” do governo de Pretória. E quando lhe foi oferecido um emprego como editor na Unesco, o governo britânico vetou a sua nomeação.

Para o dirigente moçambicano, Marcelino dos Santos, o britânico Basil Davidson era solidário com todos os povos que lutavam pela liberdade em todo o mundo. “No caso das antigas colónias portuguesas, sobretudo nós e os nossos irmãos de Angola e da Guiné (Bissau), foi um grande amigo e camarada”, comentou Marcelino dos Santos, que conheceu o falecido historiador na casa deste em Londres, antes do início da luta armada que a FRELIMO desencadeou para demover o colonialismo em Moçambique desenvolvia.

 


 
 

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